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28 de Março de 2008
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A TERRA

A terra é um magneto enorme, gigantesco aparelho cósmico em que fazemos, a nossa viagem evolutiva. Comboio imenso, a deslocar-se sobre si mesmo em vários eixos de rotações e girando principalmente em volta do sol. Nesse comboio podemos colocar as várias classes sociais que o habitam como imensos vagões a desfilar em processos sucessivos de encarnações. Mais de vinte bilhões de almas conscientes, que por ele transitaram e que agora estão desencarnadas e bilhões de inteligências que são aproveitadas atualmente nos múltiplos serviços do progresso planetário, convivendo no domicílio terrestre, em faixas variadas de evolução. No imenso educandário, há tarefas múltiplas e urgentes a serem feitas em prol de melhorias de vida e sustentabilidade do planeta. Isso é para todos os que aprendem que a vida é movimento, progresso e principalmente ascensão espiritual. A Terra, nossa casa é oficina laboriosa, em plena paisagem cósmica que espera sempre por nós, a fim de convertemo-la em glorioso paraíso. Para a maioria dos seres humanos, necessitados de experiência nova e ampla aprendizagem espiritual, a reencarnação nesse Planeta não é somente uma imposição da Lei Natural, mas também um prêmio divino pelo desejo de aprendizagem e progresso. Cada povo no passado e no presente do comboio terreno constitui uma seção preparatória da humanidade em prol de grandes ascensões, a frente do porvir.

VIDA EM FAMÍLIA

Sob o ponto vista espiritual, se a terra é o grande laboratório, onde o espírito apara as arestas e se prepara para habitar o mundo espiritual, onde a fraternidade é o sentimento que determina o relacionamento entre os espíritos, a família poderíamos dizer é setor primordial desse laboratório. A Família é extremamente importante para que ocorra a troca de afetos e do equilíbrio emocional entre as pessoas.

07 novembro 2008

Dever-se-á por termo ás provas do próximo.

Devemos nós colocarmos um fim à prova do nosso próximo quando o podemos fazê-lo, ou devemos não fazê-lo para respeitar os desígnios de Deus, para que a Lei siga seu curso?


Pensam alguns que estando na Terra, lugar de provas e expiações é necessário deixar que siga o curso a Lei divina na cobrança do débito devido.

Não estendem a mão benfazeja, pois deduzem que não há necessidade de mitigar as dores alheias porque assim é o desígnio.

Já é dito que todos os nossos sofrimentos decorrem da imprevidência de nossos atos decorridos em existências anteriores.

Que existe um débito a ser quitado, então deixemos seguir a cobrança divina até a depuração total do sofredor.

Muitos julgam que estamos na Terra, é necessário aproveitar as experiências do sofrimento e fazem de tudo para contribuir aumentando o sofrimento alheio.

De aumentar a dose do veneno nas vísceras do sofredor.

Sobre o pretexto que quanto mais sofrer, melhor a depuração.

Grande erro está nesse pensamento!

Não temos o dever de revirar o dedo dentro da ferida.

Nem o direito de negar-lhe a ajuda para cicatrizar a ferida.

É certo que certas provas devem seguir o curso que Deus traçou.

Mas perguntamos:

Conheceis o curso de tais provas?

Quanto tempo deve durar?

Se Deus já determinou o fim à prova?

Se nos fomos os escolhidos para mitigar o sofrimento do infeliz?

Ou mesmo se fomos os escolhidos como instrumento balsâmico de consolação para fazer cicatrizar as chagas de tal sofrimento?

Quando olhar alguém a sofrer não se pergunte se deve aumentar seu sofrimento, ou se deve ajudá-lo para não atrapalhar o curso de seu sofrimento; pense antes que poderá ser uma oportunidade que Deus coloca em meu caminho para ser útil, para suavizar o seu sofrimento.

Vejamos se nossas consolações morais, o nosso amparo material ou mesmo os conselhos poderão ajudá-lo a vencer tal prova com mais energia, paciência ou resignação.

Talvez até mesmo como um meio determinado por Deus para que seu sofrimento cesse.

Se não seria a nossa prova ou expiação, deter o mal e substituí-lo pela paz.

Ajudemos, pois, sempre, mutuamente, nas nossas provas.

E nunca nos consideremos instrumentos de tortura nas provas alheias.

Essa idéia é um pensamento a ser combatido por todos os seres de coração benévolo.

Todos cristãos deve estar compenetrados de que sua vida deve ser de amor e de devoção.

Façamos o que fizermos, se as provas forem instrumentos cirúrgicos de remoção do mal, as mesmas se cumprirão pela vontade Divina.

Podemos, portanto, empregar todos os esforços da bondade.

Para atenuarmos o amargor da expiação alheia.

Certo que só a Deus cabe, detê-la ou prolongá-la.

Conforme julgar conveniente.


Resumindo: Todos estão na Terra para expiar; mas, todos, sem exceção, devem esforçar-se por abrandar a expiação de outrem de acordo com a lei do amor e da caridade.


Bernardino, Espírito protetor. (Bordéus, 1863.)

ESE. – Capítulo V, item 27.

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NOVEMBRO/2010

MENSAGEM DO MÊS " O maior amor é aquele que se doa de maneira expontânea; sem restrições nenhuma