Todas as narrativas de vítimas de suicido são unânimes em afirmar as indescritíveis dores ligadas a esse gênero de “morte”.
Se usado venenos corrosivos ou altamente tóxicos ou altas doses de remédios, a dor das constantes e insuportáveis ardências dos órgãos interiores: esôfago, estômago. Intestinos, na intensidade máxima, são os diagnósticos enquanto ainda jaz no plano dos espíritos, e oriundos da medicina terrestre em posterior vida.
Assim também tem conseqüências maiores o impacto de projétil de arma de fogo, a dor do ferimento, permanente, tirânica, impedindo todo o raciocínio, trazendo conseqüência em futuras encarnações, como a idiotia, problemas de encefalites e transtornos cerebrais.
Se a asfixia for o móvel do ato suicídio, sendo enforcamento ou afogamento, a absoluta falta de ar, ânsia desesperada de respirar, nas contorções desordenadas de quem luta com as derradeiras forças para não morrer, são as conseqüências imediatas do ser no plano dos espíritos e futuras problemas respiratórios reencarnatórios.
E assim vêem as almas suicidas escoar o tempo, sem noção dele, em sofrimento, até o ciclo biológico espiar no relógio do tempo de vida terrena.
Assim até retornarem ao mundo físico novamente em outra roupagem, para começar novamente, com maiores débitos a cumprir.
O suicídio é o começo do maior tormento que a criatura humana possa sofrer, porque continua viva apesar de morto o corpo físico.
Nosso corpo é apenas a última e mais superficial das manifestações do nosso ser.
Nós não somos o nosso corpo, apenas nos manifestamos através do nosso corpo.
De tal sorte que devemos estar atento para não nos identificar e aprisionarmos nas sensações físicas.
A vida é muito mais que apenas o corpo, a vida é o espírito.
Nós na realidade somos seres espirituais usando a vestimenta do corpo, como o corpo usa de uma vestimenta para se cobrir.
Ninguém pode alterar a ordem natural da vida.
Cada ser nasce e “morre” naturalmente, dentro da evolução e do tempo que lhe corresponde no plano terreno.
Essa é a lei do Universo.
Louco, quem pensa em quebrar tal Lei.
Ao pretenso suicida aconselhamos preces.
Induzimos-o a procurar consolo em uma religião.
Se for crítico em relação a uma religião ortodoxa, que procure o espiritismo Kardecista.
Que passe pela fluidoterapia em Centro Espírita.
Assista palestras espiritualistas.
Que procure conforto em leituras de livros edificantes, espirituais, de doutrinas altamente confortadora e elucidativa
Ou se sente bem em entrar em contato com o seu “eu” interior, que entregue aos cuidados de um psicoterapeuta de linha preferencialmente espiritualista.
Dessa forma a pessoa sempre cresce moral e espiritualmente.
Uma mente espiritualmente madura, passa por aparentes tragédias e diz para si mesmo: Obrigado Senhor.
Pelas dificuldades beneméritas que me faz passar, que me expande as percepções sensitivas e aumenta a minha fortaleza interior, que me da maturidade para refletir e decidir, para conscientizar de meus atos e escolher o melhor para o meu bem viver.
“Para mudar o que pode ser mudado e aceitar o que não posso mudar com mais fé e resignação”.
Que nos fazem sofrer.
Porque são verdadeiramente esses os nossos vigilantes.
E que nos ajudam a seguir o Cristo com maior segurança.
Deus, através deles, nos ajuda na auto-educação.
De maneira que fiquem abertas todas as portas para o amor universal”.
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